quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Novo polo industrial de cerâmica chega ao RN em 2016


O Rio Grande do Norte ganhará uma nova empresa de cerâmica, a Cerâmica Elizabeth, ainda no primeiro semestre de 2016. A empresa estará localizada no município de Goianinha, a 99 quilômetros de Natal.
A empresa é originalmente paraibana, onde tem três unidades, e a partir do ano que vem estará apostando nos incentivos do RN, na instalação de um novo polo industrial.
Com incentivos do programa RN Gás+, sancionado nesta terça (22) pelo governador Robinson Faria, a empresa assinou nesta semana o contrato de abastecimento e em funcionamento deve gerar cerca de 200 novos empregos.
O diretor da Elizabeth, José Nilson Júnior, explicou que a indústria terá o maior forno da América Latina, com capacidade de produção de 1 milhão de m² por mês só na primeira linha. A previsão é de que a cada ano uma nova linha seja inaugurada, chegando a três. “Mas temos espaço e capacidade para crescer por 20 anos”, assinalou Nilson.
O RN Gás+ surge em substituição ao programa Progás e seguirá as mesmas determinações da Lei 7.059/97, instituída para o apoio ao desenvolvimento industrial pelo incentivo do gás natural.
Atualmente, nove indústrias são beneficiadas com o subsídio do gás natural com desconto de 48,77% em cima de percentuais estabelecidos no regulamento. O incentivo impacta a geração de 20 mil empregos diretos.
O Governo do Estado continuará investindo em média R$ 1,2 milhão por mês para a manutenção do incentivo. Entre as principais mudanças, a Potigás passará a receber os recursos das licenças ambientais do Idema, que servem para subsidiar o programa.
O RN Gás+ passará a ter acompanhamento de uma comissão para fiscalizar o cumprimento do regulamento do programa.
Dentre as alterações trazidas na LC n º 558/2015, está a apresentação à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), pela Potigás, de um relatório mensal informando o quantitativo e respectivos valores monetários do gás natural consumido pelas empresas beneficiárias.
A nova legislação ainda adéqua os percentuais de gás subsidiados para cada indústria, de acordo com a natureza da atividade, importância do gás na cadeia produtiva, índices de geração de emprego e contribuição para o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte.

Via: Mossoró Hoje.
Postagem de Evandro Lopes.

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