segunda-feira, 17 de abril de 2017

Cobra, hospital, lento… Os apelidos dos potiguares na lista da Odebrecht

Não se pode negar que os diretores da Odebrecht eram espirituosos na hora de relacionar as propinas a seus destinatários.
A famosa lista de codinomes tem irreverências como “Caldo” para se referir a Blairo Maggi.
No Rio Grande do Norte, a delação de Ariel Parente trouxe nomes ainda desconhecidos.
A ex-governadora Wilma de Faria foi marcada como “Cobra”.
O ex-governador Iberê Ferreira era “Hospital”, onde ia com frequência em 2010 para tratar um câncer.
Garibaldi foi chamdo de “Lento”, numa óbvia referência a seu estilo arrastado.
Se considerado o depoimento do delator, houve confusão no emprego de “Bonitão” e “Bonitinho”, que vem sendo atribuídos no noticiário ao deputado federal Fábio Faria e o governador Robinson Faria, respectivamente. Segundo o delator, o sufixo “ão” e “inho” segue a lógica de pai e filho. Assim, o governador seria o “Bonitão”, o filho seria o “Bonitinho”. Fábio aparece ainda na lista também como “Garanhão”.
Henrique Eduardo Alves também tem dois apelidos. Parente cita que um dele era “Rio Grande”, referência ao Estado. Mas Cláudio Melo Filho, outro diretor da Odebrecht, segundo o delator, mencionou “Tique Nervoso”.
O senador Agripino Maia e seu filho, o deputado federal Felipe Maia, seriam “Pino” e “Pininho”, respectivamente.

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