segunda-feira, 10 de julho de 2017

Prevenção ao câncer de cabeça e pescoço é tema de audiência na Câmara dos Deputados

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Proposta pelos deputados Antônio Jácome (Pode-RN) e Sinval Malheiros (Pode-SP), e promovida pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, ocorreu, nesta quinta-feira (6), audiência pública para discutir a prevenção do câncer de cabeça e pescoço.

O tumor de cabeça e pescoço é um problema de saúde pública em muitas partes do mundo, com cerca de 500 mil novos casos diagnosticados a cada ano. No Brasil, não é diferente, os de boca chegam a ser o 4º tipo de tumor mais frequente em algumas regiões do País.

O dia 27 de julho é o Dia Mundial do Câncer de Cabeça e Pescoço e a fim de alertar à população sobre a seriedade desta doença criou-se o "Julho Verde", campanha nacional de conscientização sobre os principais fatores de risco e, também, sobre as possibilidades e dificuldades do tratamento.

“A necessidade de conscientizar a população é imediata. Cerca de 70% dos pacientes diagnosticados com câncer de cabeça e pescoço já estão em um estágio avançado da doença. Precisamos alertar e educar a população. A prevenção sempre será o melhor remédio”, disse Jácome.

A audiência também contou com a presença da representante do Ministério da Saúde, Stella Lemke; do presidente da Sociedade Brasileira e Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Fernando Walder; da presidente da Associação de Câncer de boca e garganta, Melissa Ribeiro; e da diretora de Saúde do Hospital Amaral Carvalho, Cristina Moro.

A doença
Esses tumores são 3 vezes mais frequentes em homens do que em mulheres e a grande maioria é diagnosticada já em fases avançadas da doença (70% dos casos), o que impacta negativamente na sobrevida dos pacientes.

Nas últimas décadas percebe-se que a faixa etária dos pacientes diagnosticados com tumores de boca e garganta baixou muito, houve também um aumento significativo no aparecimento de mulheres portadoras desses cânceres.

A maioria em fase produtiva da vida e que perdem a possibilidade de comunicar-se e/ou alimentar-se normalmente, perdendo grande parte de sua função na sociedade e por fim muitos ficam excluídos do convívio social.

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