terça-feira, 12 de setembro de 2017

Caso Valéria Patrícia: morte de jovem martinense completa um ano sem respostas

Este 11 de setembro de 2017 marca uma data triste no calendário do povo martinense: um ano do desaparecimento e morte da jovem Valéria Patrícia de Azevedo, a época com 20 anos.
Até hoje a data marca apenas o sentimento de saudade, misturado com revolta e impunidade.
Passado estes 365 dias até agora o caso é considerado um “mistério” sem respostas sobre o acontecimento e sobre o paradeiro dos algozes da vítima.
O que é visível, entretanto, é o descaso dos governos do Rio Grande do Norte no que tange a segurança Pública do Estado, ficando a maior parte dos crimes praticados sem solução, seja por falta de material humano, investigadores, ou equipamentos para a realização de perícias técnicas em casos que exige uma maior complexidade de investigações.
No caso da jovem, sem rastros de testemunhas ou câmeras de segurança que apontasse algum norte para alguma pista, o que se esperava era que uma perícia minuciosa mostrasse algum caminho para as investigações. No entanto, só o silêncio e a dúvida ecoa.
No calor dos acontecimentos, á época, o delegado responsável pelo caso, José Vieira, afirmou ‘não ter dúvida de que o crime seria elucidado pelo empenho de sua delegacia, a Divisão de Homicídios. A última notícia que se teve recentemente, em março deste ano, é o que o delegado disse que “estaria finalizando o caso” e não poderia dar maiores detalhes sobre as investigações. Entretanto, até agora, nada!
Desabafos
Nas redes sociais é comum encontrar relatos de amigos de Valéria em busca de respostas. A amiga da vítima, Marcilene Macedo postou recentemente um desabafo em seu Facebook.
“Hoje esse caso se encontra esquecido pelos os poderes públicos. Será que sempre vai ser assim? Será que quantas Valérias, Anas e Marias vão ter que perder as suas vidas para que a justiça seja feita?! Infelizmente quem perde é quem morre, e a jovem Valeria perdeu a sua vida, alguém muito ruim impediu que ela pudesse realizar os seus sonhos, construir e trilhar a sua vida”.
Meu nome é Saruzy, e eu era amiga da jovem Valeria, e até hoje eu sou extremamente revoltada por nada ter sido esclarecido, eu sei que nada irá trazer-lá de volta, mas sei que ficarei mais conformada por alguém tá pagando por um crime que cometeu. Eu continuarei lembrando e relembrando quantas vezes for preciso, e espero que um dia tudo seja esclarecido (SIC).
Fonte: A Serra On line.

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