terça-feira, 16 de julho de 2019

Pediatras lançam cartilha digital para responder às principais dúvidas dos pais sobre saúde infantil

Projeto faz parte da campanha Mais que um Palpite, desenvolvida pela Sociedade Brasileira de Pediatria juntamente com a Pfizer para combater as fake news
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Com foco no combate às fake news em saúde infantil, a campanha Mais que um Palpite chega a um ano de atividades nas redes sociais com mais de 21 mil fãs em seus canais (Facebook e Instagram), milhares de comentários e milhões de pessoas alcançadas no ambiente on-line. Agora, com base na interação realizada com as famílias brasileiras durante o período, a iniciativa acaba de lançar uma cartilha digital completa que reúne as principais dúvidas coletadas nas páginas da campanha.
Desenvolvida pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) juntamente com a Pfizer, a campanha Mais que um Palpite tem o objetivo de proteger as famílias brasileiras com informações seguras sobre saúde infantil, para o pleno desenvolvimento das crianças. Esse conceito de proteção passa por vários aspectos ligados à infância, como alimentação, lazer, sono, dia a dia, amamentação e a prevenção de doenças por meio de vacinas. Totalmente ilustrada e com linguagem leve, a nova cartilha está hospedada no site da campanha (www.maisqueumpalpite.com.br) e, ainda, no portal da Sociedade Brasileira de Pediatria (www.sbp.com.br).
"O que os pais mais desejam, sempre, é acertar nas decisões sobre os cuidados com seus filhos. Mas, para isso, em meio a um cenário permeado de fake news, é preciso empoderar as famílias com informações confiáveis. E não há fonte mais segura para essa missão do que o próprio pediatra, com base nas evidências científicas que ele conhece e na prática clínica do dia a dia", afirma o pediatra Renato Kfouri, presidente do Departamento de Imunizações da SBP. "Mergulhar no universo on-line e compreender a fundo, bem de perto, quais são os principais questionamentos desses pais e mães foi uma grande oportunidade de oferecer uma resposta bastante assertiva para as famílias. Esse é o propósito da nova cartilha ", complementa.
Para transmitir suas mensagens com leveza e sem abrir mão do conteúdo, a cartilha MAISQUEUMPALPITE apresenta um projeto editorial inovador e totalmente alinhado com o dia a dia dos pais de crianças pequenas. "O leitor é convidado a imaginar uma situação em que um pediatra ingressa no grupo de mensagens da família, do qual fazem parte diferentes personagens, com os questionamentos típicos que permeiam esse ambiente", esclarece a diretora médica da Pfizer, Márjori Dulcine. A conversa está dividida em diferentes blocos, que compreendem os vários aspectos relacionados à imunidade infantil, como alimentação, sono, vacinação, amamentação e exercícios físicos.
Entre os personagens que participam da conversa fictícia está o boneco Palpitinho, mascote da campanha. Criado especialmente para a iniciativa, o personagem representa todos os palpiteiros que habitam o dia a dia dos pais, colecionando comentários impróprios sobre os vários assuntos ligados ao desenvolvimento infantil. Palpitinho também aparece nos vídeos que fazem parte da inciativa desde o seu início. Por meio de um verdadeiro road show, pediatras visitam os canais de influenciadores importantes no segmento materno-infantil, como o casal Tiago e Gabi, que estrelam o primeiro vídeo da nova temporada da campanha. "Ter um casal em cena é muito importante. A partir deles, reforçamos a importância dos deveres compartilhados entre mães e pais quando se trata de proteção da saúde infantil", diz Márjori.
Os vídeos gravados com os influenciadores serão veiculados nas redes sociais de cada um dos participantes e estarão disponíveis no site da iniciativa (www.maisqueumpalpite.com.br). Ali, o internauta também poderá conferir informações mais aprofundadas sobre as temáticas da campanha.
"Quando falamos em proteger a saúde infantil, é impossível não pensar na importância da vacinação. Trata-se de uma medida que, neste momento, merece ainda mais atenção, considerando que o País assiste a um aumento nos casos de doenças infectocontagiosas passíveis de prevenção, como o sarampo, um problema que caminha junto com as quedas nas taxas de vacinação e o fortalecimento de movimentos antivacinação", conclui Kfouri.

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