segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Unimed discute o futuro da saúde em Natal (RN), em sua 49ª Convenção Nacional.

Principal evento do Sistema Unimed acontece de 1º a 4 de outubro e abordará temas como LGPD, tendências tecnológicas e telemedicina
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A chegada de inovações disruptivas, em ritmo crescente, desafia diversos setores, e com a Saúde não é diferente. O cenário que se apresenta para o segmento traz um chamado iminente à ação e o Sistema Unimed se mostra disposto a liderar os processos de evolução tecnológica na saúde brasileira, tanto que o futuro desta área é o ponto central da programação técnica da 49ª Convenção Nacional Unimed, que acontece de 1º a 4 de outubro, em Natal (RN).
Principal evento do calendário anual da Unimed, a Convenção propõe "Uma jornada para o futuro" para apresentar e debater os principais assuntos que devem nortear as discussões na saúde nos próximos anos para um público de cerca de 1,6 mil dirigentes e técnicos das 344 cooperativas que compõem o maior sistema cooperativo de saúde do mundo. "A Convenção é um momento especial para todas as Unimeds e muito oportuno, pois é quando reforçamos nosso DNA cooperativista e reunimos os tomadores de decisão do Sistema para atualização técnica e alinhamentos estratégicos, a fim de oferecer uma assistência de nível superior aos nossos beneficiários, condições melhores para nossos cooperados e, consequentemente, manter a marca entre as mais valiosas do País", afirma Orestes Pullin, presidente da Unimed do Brasil.
A programação técnica terá início, no dia 2 de outubro, com um dos debates mais relevantes atualmente quando se fala em implantação de tecnologias e uso de dados pessoais. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) será tema de painel moderado pelo superintendente Jurídico da Unimed do Brasil, José Cláudio Ribeiro Oliveira, que contará com as participações de Caio César Carvalho Lima, sócio do escritório Opice Blum Advogados, de Vicente Bagnoli, da Vicente Bagnoli Advogados, e da diretora de Administração e Finanças da Unimed do Brasil, Viviane Vieira Malta.
No segundo dia de plenária, 3 de outubro, o investidor de startups Tommaso Di Bartollo apresentará sua experiência no Vale do Silício e falará sobre as tendências tecnológicas do setor para 2025 e como os dados e a inteligência artificial transformarão a área da saúde. O dia ainda reserva, ainda, o lançamento do Programa Nacional de Valorização do Cooperado, iniciativa voltada à atração e fidelização de médicos cooperados nas Unimeds, e uma palestra com o economista Rogério Simonetti Marinho, secretário especial da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que falará sobre a importância de reformas estruturantes do País.
Já o último dia de programação (4 de outubro) reflete a implantação crescente da telemedicina e seus reflexos no atendimento de saúde, em painel composto por Orestes Pullin, além de Cesar Biselli Ferreira, coordenador médico de Inovação e TI no Hospital Sírio-Libanês, e Luis Gustavo Kiatake, presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS). A economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif, fecha as atividades abordando o cenário macroeconômico nacional e perspectivas.
O evento ainda contará com feira de negócios, reunindo soluções de empresas do Sistema Unimed e de parceiros, e com um espaço destinado à apresentação prática do maior investimento da Unimed na área tecnológica, o Registro Eletrônico de Saúde (RES), projeto que já se encontra em fase de implementação e que visa concentrar um banco de dados dos 18 milhões de beneficiários das Unimeds.
"A proposta de reunir o Sistema e falar sobre inovação e suas diversas vertentes é essencial. O mundo está se transformando em ritmo acelerado e não podemos ignorar isso se quisermos manter a sustentabilidade do negócio e de nosso setor. Somos cooperativas formadas por médicos, profissão sempre ligada à vanguarda tecnológica, portanto, temos o compromisso de estar à frente do processo de modernização da saúde brasileira", ressalta Alberto Gugelmin Neto, vice-presidente da Unimed do Brasil. "Não existe outro caminho para impulsionar a disrupção que não seja estando em contato com o que há de mais moderno e discutindo sua aplicação", complementa o dirigente.

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