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terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Desvio de conduta e comportamento é a principal denúncia recebida pelas empresas do Nordeste pesquisadas pela KPMG

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O estudo “Perfil do Hotline no Brasil”, da KPMG, apontou que conduta e comportamento inadequados são os tipos de denúncias mais recebidas pelas empresas do Nordeste pesquisadas pela KPMG. Assédio moral e corrupção aparecem em segundo lugar no levantamento inédito que traçou um perfil da plataforma de identificação de desvios de padrões de conduta utilizada pelas companhias brasileiras instaladas na região.
Segundo a pesquisa, a linha ética das empresas regionais pesquisadas está disponível para o público interno e externo, incluindo terceiros. Elas receberam, em um período de um ano dezenas de denúncias.

Os meios mais utilizados para capturar os relatos e denúncias foram o telefone e e-mail e o menos utilizado foi a conversa com gestor ou líder. Já o maior volume de denúncias foi recebido no período entre 9h e 18h e de forma moderada entre 18h e 23h.

“A maioria das empresas entrevistadas relatou que os colaboradores, sejam eles funcionários, sejam terceiros, confiam nos canais de denúncias e irregularidades disponíveis e acreditam na eficiência da ferramenta para identificar desvios de padrões de conduta. Tal confiança é essencial para que utilização do hotline seja algo comum dentro das empresas”, afirma o sócio da KPMG, Eliardo Vieira.


Perfil dos denunciados:

Dos perfis de denunciados pesquisados no estudo, os analistas são os mais denunciados, seguidos pela gerência e pela coordenação ou supervisão, em segundo lugares; e em terceiro, pela diretoria que é pouco ou raramente denunciada. Já em contrapartida, o cliente é o perfil que é raramente denunciado.

A pesquisa apontou que o tempo médio de apuração das denúncias (data de registro da denúncia até a finalização) varia de 11 a 60 dias. Já com relação aos principais planos de ação aplicados após a apuração das denúncias, aparecem, em primeiro, o feedback; em segundo, advertência verbal; e em terceiro, demissão.

De acordo com o estudo, os impactos positivos que a empresa percebeu após a implantação do canal de linha ética citados foram os seguintes: redução do risco de compliance junto a terceiros, diminuição da ocorrência de comportamentos não desejados, melhora do clima organizacional e fortalecimento da cultura de ética e compliance.

“A função de compliance e do Comitê de Ética também faz parte do processo de apuração de denúncias. Entretanto, alguns dos entrevistados relataram que a baixa maturidade da cultura de compliance acaba sendo um dos motivos para a não implementação do hotline. Por isso, a importância dessas funções”, explica o sócio-líder da prática de Compliance da KPMG no Brasil, Emerson Melo. 

A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory. Estamos presentes em 154 países e territórios, com 200.000 profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. No Brasil, são aproximadamente 4.000 profissionais, distribuídos em 22 cidades localizadas em 13 Estados e Distrito Federal.

Orientada pelo seu propósito de empoderar a mudança, a KPMG tornou-se uma empresa referência no segmento em que atua. Compartilhamos valor e inspiramos confiança no mercado de capitais e nas comunidades há mais de 100 anos, transformando pessoas e empresas e gerando impactos positivos que contribuem para a realização de mudanças sustentáveis em nossos clientes, governos e sociedade civil.  

Site: kpmg.com.br 

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